Profissionais do governo, parceiros de projetos do setor privado e representantes de ONGs participaram recentemente de uma formação sobre a metodologia BIOFIN, com foco na revisão das despesas relacionadas à biodiversidade.
Segundo Geisel Menezes, coordenador do projeto Biofin em São Tomé e Príncipe, a formação visa apoiar a elaboração do plano de financiamento da conservação da biodiversidade no país, uma iniciativa que acompanha o reconhecimento recente do SAB como Reserva da Biosfera da UNESCO. “Estamos a trabalhar na primeira fase do projeto, que inclui a revisão do contexto das políticas e instituições, seguida da análise das despesas com biodiversidade e da estimativa das necessidades de financiamento”, explicou Menezes. Ele adiantou ainda que novas formações serão realizadas nas etapas subsequentes, abordando outras fases do plano.
Para os formandos, a oportunidade tem sido enriquecedora. Célcio Quaresma, participante da formação, destacou que a experiência tem permitido compreender melhor como identificar, selecionar e calcular despesas relacionadas à biodiversidade a partir do Orçamento Geral do Estado e das contas públicas. “É uma boa formação, conduzida por consultores altamente capacitados. Esperamos que mais iniciativas como esta sejam realizadas no país”, afirmou.
A formação é parte do esforço contínuo do Biofin para fortalecer a capacidade institucional do governo e dos parceiros na gestão e financiamento sustentável da biodiversidade em São Tomé e Príncipe.

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