Primeiro-Ministro reconhece dificuldades no abastecimento de medicamentos durante visita ao hospital

O Primeiro-Ministro, Américo Ramos, reconheceu que a falta de medicamentos no sistema nacional de saúde não é uma situação nova e sublinhou que o Governo não tem escondido esta realidade. A declaração foi feita no âmbito da visita realizada ao hospital, onde o chefe do Governo avaliou de perto as condições de abastecimento.
Segundo Ramos, grande parte dos medicamentos e consumíveis utilizados no país depende de doações de parceiros internacionais, cuja ajuda tem vindo a diminuir consideravelmente. Esta redução tem dificultado a sustentabilidade do sistema de saúde, criando rupturas frequentes no fornecimento.
Apesar das dificuldades, o Primeiro-Ministro garantiu que estão a ser feitos esforços para responder às necessidades imediatas. Destacou a chegada recente de alguns medicamentos e consumíveis ao hospital, enquanto outros se encontram a caminho, como forma de aliviar a pressão sobre os serviços de saúde.
Américo Ramos defendeu ainda a necessidade de um planeamento realista a médio e longo prazo, que envolva o Governo, o sector privado e os parceiros internacionais, de modo a evitar crises constantes no abastecimento. Para o chefe do Executivo, apenas uma estratégia conjunta e sustentável poderá assegurar maior estabilidade no sistema de saúde nacional.

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