Entre janeiro e a primeira semana de abril de 2026, dez pessoas perderam a vida em acidentes rodoviários em São Tomé, tornando este o período mais mortífero do ano nas estradas nacionais. O número representa cerca de 65% das vítimas mortais registadas em todo o ano de 2025, quando se contabilizaram 18 óbitos.
Segundo a Polícia Nacional, a maioria dos sinistros fatais esteve ligada a colisões, embora também tenham sido registados atropelamentos e acidentes isolados. Em quase todos os casos estiveram envolvidas motorizadas, cujos condutores têm sido as principais vítimas mortais.
O subintendente da Divisão Nacional de Trânsito apontou várias causas para o elevado número de acidentes, entre as quais o consumo de bebidas alcoólicas e estupefacientes, a condução sem habilitação legal, falhas mecânicas dos veículos, o mau estado das vias e o desrespeito pelas regras de trânsito. O responsável sublinhou que uma pessoa sob efeito de álcool ou drogas não está em condições normais para conduzir, o que compromete a segurança de todos.
A corporação afirmou ainda que tem reforçado as ações de prevenção e fiscalização para reduzir os sinistros rodoviários, recordando que, no ano passado, as estradas do país registaram 18 vítimas mortais.
De acordo com a Polícia Nacional, o distrito de Água Grande continua a ser o principal centro de acidentes de viação, seguido de Mé-Zóchi, Lobata e Cantagalo.
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